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Apocalipse 7, 12

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A FALSA MISSA

"O Diabo sempre tentou, por meio dos hereges, privar o mundo da Missa, tornando-os precursores do Anticristo, que antes de tudo, vai tentar abolir e irá abolir o Santo Sacrifício da Missa, como um castigo pelos pecados dos homens, de acordo com a predição de Daniel,'E foi-lhe dada força contra o contínuo sacrifício.'"

Santo Afonso Maria de Ligório

A Missa latina tradicional, o ato de culto mais sagrado do Rito Romano da Igreja Católica, foi codificada pelo Papa São Pio V em sua bula Quo primum em 1570.

Nesta sua famosa bula, o Papa São Pio V proibiu a alteração da Missa latina tradicional.

Papa São Pio V, Quo primum tempore, 14 de Julho de 1570:

“Pois bem: a fim de que todos abracem e observem em todas partes o que lhes fora transmitido pela sacrossanta Igreja Romana, Mãe e Mestra das demais Igrejas, no futuro e pela perpetuidade, proibimos que se cante ou se recite outras fórmulas que não aquelas em conformidade com o Missal editado por Nós... Assim pois, que absolutamente a nenhum homem seja lícito infringir, nem por temerária audácia opor-se a esta página de Nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição. Mas se alguém, contudo, se atrever a atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na ira de Deus omnipotente e dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo.

No dia 3 de Abril de 1969, Paulo VI substituiu a Missa latina tradicional nas igrejas do Vaticano II pela sua própria criação, a Nova Missa ou Novus Ordo.

 

Quando a Nova Missa surgiu em 1969, os cardeais Ottaviani, Bacci e alguns outros teólogos, escreveram a Paulo VI a respeito dessa:

“A Novus Ordo [a Nova Ordem da Missa] representa, tanto no seu conjunto como em seus detalhes, um notável desvio da teologia católica da Missa tal como foi formulada na sessão 22 do Concílio de Trento.”

Eles foram capazes de perceber claramente que a versão Latina da Nova Missa foi um abandono marcante dos ensinamentos do Concílio de Trento. Das doze orações do ofertório da Missa tradicional, apenas duas foram mantidas na Nova Missa. As orações eliminadas do ofertório são as mesmas que os hereges protestantes Martinho Lutero e Thomas Cranmer eliminaram. A Nova Missa foi promulgada por Paulo VI com a ajuda de seis ministros protestantes.

Os seis ministros protestantes que ajudaram a conceber a Nova Missa foram os Drs. George, Jasper, Shepherd, Kunneth, Smith e Thurian.

Paulo VI chegou mesmo a admitir ao seu bom amigo Jean Guitton que a sua intenção em alterar a Missa era de torná-la protestante.

Jean Guitton (um amigo íntimo de Paulo VI) escreveu: “A intenção de Paulo VI em respeito à que é vulgarmente chamada de ‘Nova Missa,’ foi de reformar a liturgia católica de tal modo que essa quase coincidisse com a liturgia protestante. Houve, com Paulo VI, uma intenção ecuménica de remover, ou, pelo menos corrigir, ou pelo menos relaxar o que era ‘demasiado’ católico na Missa, num sentido tradicional. E, repito, de aproximar a Missa Católica da Missa Calvinista.

Paulo VI eliminou o que era demasiado católico na Missa com o propósito de fazer da Missa um serviço protestante.

Um estudo dos Próprios e orações da Missa Tradicional em oposição à Nova Missa, revela um massacre da fé tradicional. A Missa tradicional contém 1182 orações. Cerca de 760 foram eliminadas completamente na Nova Missa. Dos aproximadamente 36% de orações que restaram, os revisores alteraram mais da metade antes de introduzi-las no novo Missal. Portanto, apenas cerca de 17% das orações da Missa tradicional se mantiveram intactas na Nova Missa. O que também chama a atenção, é o conteúdo das modificações feitas às orações. Orações tradicionais que descrevem os seguintes conceitos foram especificamente abolidas do Novo Missal: a depravação do pecado; as ciladas da malícia; a grave ofensa do pecado; o caminho para a perdição; terror face à fúria de Deus; a ira de Deus; os golpes da Sua ira; o fardo do mal; as tentações; os pensamentos pervertidos; os perigos para alma; os inimigos da alma e do corpo. Também foram eliminadas as orações que descreviam: a hora da morte; a perda do céu; a morte eterna; o castigo eterno; as penas e o fogo do Inferno. Foi dado ênfase especial em abolir da Nova Missa orações que descrevem: o desapego ao mundo; as orações pelos defuntos; a verdadeira fé e a existência da heresia; as referências à Igreja militante, aos méritos dos santos, aos milagres e ao Inferno. Podemos ver os resultados deste massacre da Fé Tradicional nos próprios da Nova Missa.

A Nova Missa está cheia de sacrilégios, profanações e das mais ridículas abominações imagináveis, porque reflete uma falsa religião que abandonou a fé católica tradicional.

A falsa religião que a Nova Missa reflete é uma das razões do porquê de ela ser completamente vazia; é por isso que os seus frutos são completamente desoladores, estéreis, e quase indizivelmente ruins. A religião praticada nas igrejas onde a Nova Missa é celebrada é, pura e simplesmente falando, um completo sacrilégio e uma oca celebração do homem.

Até Dietrich von Hildebrand, um apoiante da religião do Vaticano II, disse o seguinte acerca da Nova Missa:

“Em verdade, se a ruína da liturgia houvesse sido confiada a um dos demónios de As Cartas de um Diabo a seu Aprendiz de C. S. Lewis, ele não poderia ter feito melhor.”

Com a excepção de uma única genuflexão do celebrante após a consagração, praticamente todos os sinais de reverência pelo Corpo e Sangue de Cristo que caracterizavam a Missa tradicional, ou foram abolidos, ou tornaram-se opcionais na Nova Missa.

Já não é obrigatório que os vasos sagrados sejam dourados se não forem feitos de metal precioso. Os vasos sagrados, que apenas as mãos ungidas do sacerdote podiam tocar, são agora segurados por todos.

Na Nova Missa, o sacerdote dá frequentemente apertos de mão antes de distribuir as hóstias. A Instrução Geral para a Nova Missa também declara que os altares já não precisam ser de pedra natural; que o altar de pedra contendo as relíquias dos mártires já não é necessário; que só um manto é requerido sobre o altar; que não é necessário ter um crucifixo ou mesmo velas sobre o altar.

Nem sequer um dos requisitos mandatórios desenvolvidos durante 2000 anos para garantir que o altar tenha uma dignidade apropriada foram mantidos na Nova Missa.

Quando os protestantes em Inglaterra se separaram da Igreja Católica no século XVI, eles alteraram a Missa de modo a refletir as suas crenças heréticas. Os altares foram substituídos por mesas. O latim foi substituído pelo vernáculo. As imagens e ícones foram retirados das igrejas. O Último Evangelho e o Confiteor foram suprimidos. A “comunhão” passou a ser distribuída na mão. A missa passou a ser dita em voz alta e de frente para a congregação. A música tradicional foi descartada e substituída por música nova. Três-quartos do clero de Inglaterra aderiram ao Novo Serviço.

Isto é precisamente o que também ocorreu em 1969, quando Paulo VI promulgou a Nova Missa, a Novus Ordo Missae. As similaridades entre o Livro de Orações anglicano de 1549 e a Nova Missa são surpreendentes. Um especialista observou que:

“A dimensão da separação entre a Novus Ordo da Missa e a teologia do Concílio de Trento pode ser melhor apreendida mediante a comparação das orações que o Concilium eliminou da liturgia com aquelas eliminadas pelo herege Thomas Cranmer. A coincidência não é apenas notável: é aterradora. Não pode, de facto, ser uma coincidência.”

De forma a enfatizar as suas crenças heréticas de que a Missa não é um sacrifício, mas apenas uma refeição, os protestantes removeram o altar e puseram uma mesa em seu lugar. Na Inglaterra protestante, por exemplo, “Em 23 de Novembro de 1550, o Concílio Secreto ordenou que todos os altares em Inglaterra fossem destruídos e substituídos por mesas de comunhão.”

Uma igreja do Vaticano II com uma mesa do tipo protestante para a sua nova “Missa” protestante

Os principais hereges protestantes declararam: “A forma de uma mesa afastará melhor o ingénuo das opiniões supersticiosas da Missa papista para a utilização correcta da ceia do Senhor. Pois o uso do altar é para que sobre ele se realizem sacrifícios; a função da mesa é servir ao homem para cear.” O mártir católico galês, Richard Gwyn, declarou em protesto contra essa mudança: “No lugar de um altar há uma mesa miserável; no lugar de Cristo, há pão.”

E São Roberto Belarmino observou que: “… quando entramos nos templos dos hereges, onde não há nada exceto uma cátedra para a pregação e uma mesa para cear, sentimo-nos a entrar num salão profano e não na casa de Deus.”

Tal como os novos ofícios dos revolucionários protestantes, a Nova Missa é celebrada numa mesa.

O Livro de Orações Anglicano de 1549 era também chamado de “A Ceia do Senhor e a santa Comunhão, comummente chamada de Missa.” Este título enfatiza a crença protestante de que a Missa é apenas uma refeição, uma ceia e não um sacrifício. Quando Paulo VI promulgou a Instrução Geral para a Nova Missa, esta foi intitulada exactamente da mesma forma. Seu título era: “A Ceia do Senhor ou Missa.”

O Livro de Orações anglicano de 1549 eliminou da Missa o Salmo “Julga-me, ó Deus,” devido  à sua referência ao altar de Deus. Este salmo foi também suprimido na Nova Missa.

O Livro de Orações anglicano de 1549 eliminou da Missa a oração que começa com “Tirai de nós os pecados,” porque ela evoca o sacrifício.

A oração que começa “Vos rogamos, Senhor,” refere-se às relíquias no altar de pedra. Esta oração fora suprimida na Nova Missa.

No Livro de Orações anglicano de 1549, o Introito, o Kyrie, o Gloria, a Coleta, a Epístola, o Evangelho e o Credo, foram todos conservados. Todas estas foram mantidas na Nova Missa.

As Orações do Ofertório que equivalem às seguintes orações: “Recebei, santo Pai… Ó Deus, que maravilhosamente criastes em sua dignidade a natureza humana… Nós vos oferecemos Senhor… Em espírito de humildade… Vinde, ó Santificador, omnipotente ... Recebei, ó Trindade Santíssima,” foram todas suprimidas no Livro de Orações anglicano de 1549. Com excepção de dois excertos, todas elas foram suprimidas na Nova Missa.

No Livro de Orações anglicano de 1549, o diálogo “Corações ao alto,” o Prefácio e o Sanctus foram todos conservados. Estes mantiveram-se na Nova Missa.

Os arqui-hereges da revolução protestante: Thomas Cranmer (esq.) e Martinho Lutero (dir.)

Tanto Thomas Cranmer (o autor do Livro de Orações Anglicano de 1549) como Martinho Lutero aboliram a oração “Livrai-nos, Senhor” — provavelmente porque ela menciona a intercessão de Nossa Senhora e dos santos. Apenas uma versão modificada desta oração foi mantida na Nova Missa, sem a invocação dos santos. Também há que assinalar que a oração do ofertório da Nova Missa, que começa com “Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,” foi tirada de uma oração de mesa judaica.

De facto, o Novus Ordo Missae também eliminou a oração tradicional de Sexta-Feira Santa pela conversão dos judeus. Esta oração foi substituída por uma oração, não pela conversão dos judeus, mas para que estes cresçam em fidelidade à Sua Aliança! Portanto, existe uma expressão de apostasia precisamente na oração de Sexta-Feira Santa da Nova Missa. É uma promoção do judaísmo e da heresia de que a Antiga Aliança ainda é válida.

Duas diferentes orações de Sexta-Feira Santa pelos judeus de duas religiões diferentes

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 Entre os gritos

"Tudo está perdido"

e "Tudo está salvo" 

haverá quase nenhum intervalo.

Abade Souffrant  

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Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro.

Apocalipse 22, 7

O SANTO ROSÁRIO

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Devoção à Sagrada Face

santo-sudario-sagrada-face-nosso-senhor-

Toda vez que alguém contemplar a Minha Face, derramarei o Meu amor nos corações. E por meio da Minha Face obter-se-á a salvação de muitas almas.

Palavras de Nosso Senhor a Irmã Maria Pierina, 1945

Fazei resplandecer Sua Face sobre nós!

Ilumina Domine Vultum Tuum super nos

Estendem-se redes diabólicas para arrancar a Fé dos corações, o mal se expande, os verdadeiros apóstolos são poucos, é necessário um remédio divino e este remédio é o Santo Rosto de Jesus.

Palavras de Nossa Senhora à Irmã Maria Pierina, 1938

Preciosa Sangre de Cristo, fuente de mis

Quem quiser crescer sempre em virtude e em graça, deve meditar todos os dias na Paixão de Jesus, porque não há exercício mais útil para santificar uma alma do que a consideração frequente das penas do Salvador.

São Boaventura

Quem morrer revestido dele,

(do Escapulário) não experimentará o fogo eterno.

Promessa de Nossa Senhora feita em 16 de Julho de 1251 a São Simão Stock

SITE CONSAGRADO À

Santíssima Virgem

MARIA

"Com este Sinal Vencerás!"

Na Sexta-Feira Santa, a religião do Novus Ordo reza: “pelo povo judeu, para que Deus nosso Senhor, que falou aos seus pais pelos antigos Profetas, o faça progredir no amor do seu nome e na fidelidade à sua aliança.”

Mas a Igreja Católica, na Sexta-Feira Santa, reza: “pelos pérfidos judeus, para que Deus Nosso Senhor retire o véu de seus corações, a fim de que reconheçam, junto com nós, a Jesus Cristo, como o verdadeiro Messias.”

No Livro de Orações Anglicano de 1549, o equivalente da oração que começa por “Que esta união e consagração do Corpo e do Sangue,” foi abolida. É muito interessante que apenas uma versão modificada desta oração tenha sido mantida na Nova Missa com a importante palavra “consagração” eliminada.

O Livro de Orações Anglicano de 1549 abandonou a disciplina do Rito Romano na distribuição da comunhão sob uma só espécie e deu comunhão sob ambas espécies. Na Nova Missa, comunhão sob ambas as espécies é distribuída em vários lugares do mundo.

A versão do Livro de Orações Anglicano de 1552 instruiu que a Comunhão deve ser dada na mão para significar que o pão é pão ordinário e que o sacerdote não é diferente, em essência, do leigo.

A Nova Missa dá a Comunhão na mão em quase todos os lugares do mundo, e vai até mais longe que Cranmer ao permitir que os comungantes recebam de pé a comunhão das mãos de um ministro leigo.

As orações da Missa tradicional que começam por “Fazei, Senhor, que conservemos o que a nossa boca recebeu” e “Concedei, Senhor, que vosso Corpo e vosso Sangue que recebi” fazem uma referência explícita à presença real de Cristo na Eucaristia. Ambas foram suprimidas na Nova Missa.

A oração que começa por “Seja-vos agradável, ó Trindade santa, a oferta de minha servidão” foi a oração pós-comunhão menos aceitável para todos os protestantes, porque faz referência ao sacrifício propiciatório. Martinho Lutero, e Cranmer no seu Livro de Orações Anglicano, suprimiram-na. Seguindo os seus passos, também foi suprimida na Nova Missa.

Agora, acerca do Último Evangelho. Se o Último Evangelho, que dá término à Missa tradicional, houvesse sido incluído na Missa Nova, esse iria chocar com o padrão dos ofícios protestantes, que concluem com uma bênção. Então não foi incluído na Nova Missa.

As orações após a Missa tradicional, as orações leoninas, inclusive o Ave Maria; o Salve, Rainha; Oh Deus refúgio nosso; a oração a São Miguel; e o apelo ao Sagrado Coração, formam, na prática, uma importante parte da liturgia. Cinco orações menos compatíveis com o protestantismo dificilmente poderiam ser imaginadas. Todas elas foram suprimidas na Nova Missa.

Considerando tudo isto, até Michael Davies concorda: “É incontestável que... o Rito Romano foi destruído.”

 

O mundo tem presenciado o seguinte nas igrejas do Vaticano II que celebram a Nova Missa ou Novus Ordo:

Missa-palhaço, na qual o “sacerdote” veste-se como um palhaço num absoluto escárnio de Deus…

… a conduzir um Volkswagem pela nave lateral da igreja enquanto as pessoas cantam hosanna. Foram realizadas Missas-discoteca…

… Missas nudistas, nas quais tomam parte pessoas escassamente vestidas ou nuas. O mundo viu Missas de malabarismo, nas quais um malabarista actua durante a Nova Missa…

… com refrigerantes; sobre uma caixa de cartão; com bolachas; com chá chinês acompanhado por culto aos antepassados; com uma bola de basket, com o padre a dribla-la sobre o altar; com um sacerdote a tocar um solo de guitarra. O mundo testemunhou a Nova Missa com um sacerdote quase nu enquanto dança à volta do altar ou fazendo outros abomináveis actos de equilíbrio…

… com uma menorah judaica colocada no altar…

… guitarra e polca na Nova Missa…

…uma Nova Missa onde as pessoas realizam danças obscenas ao compasso de uma banda de percussão de metal. O mundo tem presenciado uma Nova Missa onde as monjas vestidas de virgens pagãs fazem oferendas pagãs… 

… Nova Missa hindu e islâmica…

… missa com um sacerdote vestido de Drácula; com uma camisa de futebol acompanhado por animadoras; como um “cabeça-de-queijo”...

… actuações de ginástica durante a Nova Missa; Missas com balões; Missas de carnaval…

O mundo tem presenciado padres a celebrar a Nova Missa com batatas “Doritos”;

… o mundo viu a Nova Missa com padres vestidos com vestimentas pagãs nativas;

… com uma estátua de Buda no altar; com freiras fazendo oferendas a “deusas femininas”; com leitores e acólitos vestidos de satanistas-voodoo. O mundo viu na Nova Missa um actuante vestido de smoking e a contar anedotas. O mundo tem visto concertos de rock na Nova Missa…

… uma Nova Missa de fantoches; uma Nova Missa onde as pessoas se reúnem à volta do altar vestidas de demónios…

O mundo também viu na Nova Missa a incorporação de todas as falsas religiões. Houve Nova Missa budista…

… Nova Missa onde judeus e unitários acendem velas a falsos deuses. Há igrejas onde toda a congregação recita a missa com o sacerdote.… onde às vezes o sacerdote fala com as pessoas ao invés de celebrar a Missa.

O que acabamos de descrever é apenas uma pequena amostra do tipo de coisas que acontecem, em maior ou menor grau, em todas as dioceses do mundo onde se celebra a Nova Missa. Nosso Senhor nos disse: “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mat. 7:16). Os frutos da Nova Missa são incalculavelmente escandalosos, sacrílegos e idólatras. E isso porque a Nova Missa em si mesma é uma Missa falsa e inválida, e uma abominação.

O senador americano pró-aborto John Kerry recebendo a “comunhão”

Até mesmo uma organização que defende a Nova Missa se viu obrigada a admitir o seguinte acerca da típica Nova Missa — isto é, a Nova Missa que se celebra normalmente nas igrejas (até mesmo sem considerarmos as abominações e os sacrilégios comuns que foram acima mencionados): “A maioria das Novas Missas que assistimos… são festividades entusiásticas, acompanhadas de aplausos da congregação, a música é atroz, os sermões são vazios, e são irreverentes…"

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Por Ir. Miguel Dimond, O.S.B., e Ir. Pedro Dimond, O.S.B.