A NOVA MISSA É INVÁLIDA

Além do facto de a Nova Missa ser um serviço protestante, também há de se considerar a inegável similaridade que as igrejas da Novus Ordo têm com lojas maçónicas. Veja as fotos;

 

Esta é uma loja maçônica:

E esta é uma igreja da Novus Ordo:

As duas são muitos semelhantes: o foco de ambas é o homem, com a cadeira presidencial no centro e uma ênfase circular. Talvez isto se deva ao fato de que o principal arquiteto da Nova Missa foi o "cardeal" Annibale Bugnini, que era um maçom.

O “cardeal” Annibale Bugnini foi o presidente da comissão que concebeu a Nova Missa de Paulo VI. Bugnini foi iniciado na loja maçónica em 23 de Abril de 1963, de acordo com o registo maçônico de 1976.

Além de todos estes problemas com a Nova Missa, há um ainda maior. O maior problema da Nova Missa é o de não ser válida. Jesus Cristo não está presente na Nova Missa porque a Nova Missa alterou as próprias palavras da consagração.

A PROVA DE QUE A NOVA MISSA NÃO É VÁLIDA: AS PALAVRAS DA CONSAGRAÇÃO FORAM ALTERADAS

Diz-se que um sacramento é válido se este efetuar-se. O sacramento da Eucaristia é válido se o pão e o vinho se converterem realmente no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo. Para que um sacramento seja válido, devem estar presentes a matéria, a forma, o ministro e a intenção.

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, 1439: “Todos estes sacramentos são feitos de três elementos: nomeadamente, das coisas como matéria, das palavras como forma, e da pessoa do ministro que confere o sacramento com a intenção de fazer o que a Igreja faz. Se um destes estiver em falta, o sacramento não é efectuado.”

O problema com a validez da Nova Missa está na forma, as palavras necessárias para consagrar o sacramento da Eucaristia. A forma necessária para a consagração do sacramento da Eucaristia no Rito Romano foi declarada pelo Papa Eugénio IV no Concílio de Florença.

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Cantate Domino, 1439:

“… a Santa Igreja romana, fundada na autoridade e doutrina dos Apóstolos Pedro e Paulo… Na consagração do Corpo, usa esta forma de palavras: ISTO É O MEU CORPO; e na do sangue: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.

No decreto De Defectibus de São Pio V, encontramos repetidas as mesmas palavras:

Papa São Pio V, De Defectibus, capítulo 5, Parte 1:

“As palavras de consagração, que são a FORMA deste sacramento, são estas: ISTO É O MEU CORPO; e: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOSAgora, se alguém remover ou alterar o que seja na FORMA da consagração do Corpo e Sangue, e nessa própria alteração das palavras a [nova] formulação falhar em significar a mesma coisa, ele não consagrará o sacramento.

Este ensinamento aparece no início de todos os Missais de altar Romanos de 1570 a 1962. Podemos ver que as mesmas palavras mencionadas pelo Concílio de Florença, são declaradas como necessárias pelo Papa São Pio V. É por isso que todas estas palavras de consagração aparecem em negrito (destacadas) nos Missais de altar Romanos tradicionais. E esta é a razão pela qual o Missal romano instrui o sacerdote a suster o cálice até que tenham sido pronunciadas todas estas palavras.

O ensinamento do Papa São Pio V afirma que se as palavras de consagração forem mudadas de forma a que o significado seja alterado, o sacerdote não consagrará o sacramento. Na Nova Missa, as palavras da consagração foram drasticamente mudadas e o significado foi alterado.

Em primeiro lugar, na versão em latim original da Nova Missa foram removidas as palavras “mysterium fidei” ― “mistério de fé” ― da fórmula da consagração. Isto causa uma grave dúvida, porque “mysterium fidei” é parte da fórmula no Rito Romano. Apesar de as palavras “mysterium fidei” não fazerem parte das fórmulas de consagração de alguns ritos orientais, essas foram declaradas como parte do Rito Romano, e encontram-se também em alguns ritos orientais. O Papa Inocêncio III e o Cânon da Missa também nos dizem que as palavras “mysterium fidei” foram dadas pelo próprio Jesus Cristo.

Papa Inocêncio III, Cum Marthae circa, 29 de Novembro de 1202, em resposta a uma pergunta sobre a forma da Eucaristia e a inclusão do “mysterium fidei”: “Perguntas quem adicionou à forma das palavras que Cristo mesmo pronunciou quando transubstanciou o pão e o vinho em Seu Corpo e Sangue, aquilo no Cânon da Missa utilizado pela Igreja universal que nunca se leu escrito por nenhum dos Evangelistas… No Cânon da Missa, aparece aquela expressão ‘mysterium fidei’ interposta às Suas palavras… De certo, muitas são as coisas que vemos omitidas pelos Evangelistas tanto das palavras como das ações do Senhor, que, como se lê, os Apóstolos completaram com a palavra ou expressaram por ato… Logo, cremos que a forma das palavras, tal como se encontram no Cânon, os Apóstolos receberam de Cristo, e deles receberam os seus sucessores.

As palavras “mistério de fé” na consagração são uma clara referência à presença real de Cristo na Eucaristia. Estas palavras também foram eliminadas pelo herege Thomas Cranmer em seu Livro de Orações Anglicano de 1549, porque elas fazem uma clara referência à presença real de Cristo na Eucaristia. Quando palavras são removidas de um rito pelo fato de que o significado que elas expressam contradiz o sentido desejado do rito, causa-se uma dúvida. Mais poderia ser dito acerca deste assunto, mas devemos agora proceder ao golpe fatal à validez da Nova Missa.

Em quase todas as traduções vernaculares da Nova Missa no mundo, as palavras da consagração lêem-se como o seguinte:

FORMA DE CONSAGRAÇÃO NA NOVA MISSA

“Isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”

As palavras por vós e por muitos para remissão dos pecados,” foram alteradas para “por vós e por todos para remissão dos pecados.” A palavra “muitos” foi removida e substituída pela palavra “todos.” Esta mudança invalida absolutamente todas as Novas Missas. Em primeiro lugar, a palavra “muitos” foi utilizada por Jesus Cristo na instituição do sacramento da Eucaristia, como vemos em Mateus 26:28: “Porque este é o Meu Sangue do novo Testamento, que será derramado por muitos para remissão de pecados.” As palavras utilizadas por nosso Senhor, “por muitos para remissão de pecados” representam a eficácia do Sangue que Jesus derramou. O Sangue de Jesus é eficaz para a salvação de muitos, não de todos os homens. Na explicação disto, o Catecismo do Concílio de Trento declara especificamente que Nosso Senhor não quis dizer “todos” e portanto não o disse!

Catecismo do Concílio de Trento, Sobre a forma da Eucaristia, pág. 282:

“As palavras que se ajuntam ‘por vós e por muitos’, foram tomadas parte de São Mateus, parte de São Lucas. A Santa Igreja, guiada pelo Espírito de Deus, coordenou-as numa só frase, para que exprimissem o fruto e a vantagem da Paixão. De fato, se considerarmos sua virtude, devemos reconhecer que o Salvador derramou Seu Sangue pela salvação de todos os homens. Se atendermos, porém, ao fruto real que os homens dele auferem, não nos custa compreender que sua eficácia não estende a todos, mas só a ‘muitos’ homens. Dizendo, pois, ‘por vós,’ Nosso Senhor tinha em vista, quer as pessoas presentes, quer os eleitos dentre os judeus, como o eram os Discípulos a quem falava, com exceção de Judas. No entanto, ao acrescentar ‘por muitos,’ queria aludir aos outros eleitos, fossem eles judeus ou gentios. HOUVE, POIS, MUITO ACERTO EM NÃO SE DIZER ‘POR TODOS, visto que o texto só alude aos frutos da Paixão, e esta sortiu efeito salutar unicamente para os escolhidos.”

Como podemos ver, segundo o Catecismo do Concílio de Trento, as palavras “por todos” não foram utilizadas por nosso Senhor precisamente porque elas dariam um significado falso.

Santo Afonso de Ligório, Tratado sobre a Santa Eucaristia:

“As palavras por vós e por muitos são utilizadas para distinguir a virtude do Sangue de Cristo dos seus frutos: pois o Sangue de Nosso Salvador tem valor suficiente para salvar todos os homens, mas os seus frutos são aplicáveis apenas a um certo número e não a todos, e isto por culpa deles próprios…”

O uso de “todos” altera o sentido da forma da consagração. Ninguém, nem sequer um Papa, pode alterar as palavras que Jesus Cristo instituiu especificamente para um sacramento da Igreja.

Papa Pio XII, Sacramentum Ordinis, #1, 30 de Novembro de 1947:

“…a Igreja não tem poder algum sobre ‘a substância dos sacramentos,’ isto é, sobre aquelas coisas que, como testemunham as fontes da revelação, o próprio Cristo Senhor instituiu para serem observadas num sinal sacramental…”

Uma vez que “todos” não significa o mesmo que “muitos,” o sacramento não se realiza na Nova Missa.

Papa São Pio V, De Defectibus, capítulo 5, parte 1:

“As palavras de consagração, que são a FORMA deste sacramento, são estas: ISTO É O MEU CORPO; e: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. Agora, se alguém remover ou alterar o que seja na FORMA da consagração do Corpo e Sangue, e nessa própria alteração das palavras a [nova] formulação falhar em significar a mesma coisa, ele não consagrará o sacramento.”

UM OUTRO ÂNGULO PARA ESTA QUESTÃO PROVA ABSOLUTAMENTE QUE A NOVA MISSA É INVÁLIDA

Existe outro ângulo para a questão que devemos examinar agora. Em sua famosa bula, Apostolicae Curae de 1896, o Papa Leão XIII ensina: “E todos sabem que os sacramentos da Nova Lei, sendo sinais sensíveis e eficazes de graça invisível, devem tanto significar a graça que produzem, e produzir a graça que significam.

Se não significar a graça que produz e não produzir a graça que significa, não é um sacramento — ponto final. Portanto, qual é a graça produzida pelo sacramento da sagrada Eucaristia?

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Exultate Deo, Sobre a Eucaristia, 1439: “Finalmente, isto é apropriado para significar o efeito deste sacramento, que é a união do povo cristão com Cristo.

São Tomás de Aquino, Summa Theologica, Pt. III, Q. 73, A. 3: “Ora, como dissemos, a realidade deste sacramento [da Eucaristia] é a unidade do Corpo Místico, sem a qual não pode haver salvação, já que fora da Igreja não há salvação.”

O Concílio de Florença, São Tomás de Aquino e muitos outros teólogos ensinam que a graça produzida pela Eucaristia é a união dos fiéis com Cristo. São Tomás chama esta graça de “a unidade do Corpo Místico.” A graça produzida pela Eucaristia (a união dos fiéis com Cristo ou a unidade do Corpo Místico) deve ser distinguida cuidadosamente da própria Eucaristia: o Corpo, o Sangue, Alma e Divindade de Cristo.

Uma vez que a união dos fiéis com Cristo é a graça produzida pelo sacramento da Eucaristia ― ou aquilo que é chamado a realidade do sacramento ou a graça própria do sacramento da Eucaristia ―, esta graça deve ser significada na forma da consagração para que seja válida, como ensina o Papa Leão XIII. Bem, então devemos analisar a forma tradicional da consagração e encontrar onde esta graça, a união dos fiéis com Cristo, é significada.

A forma tradicional da consagração, como foi declarada pelo Papa Eugénio IV no Concílio de Florença e pelo Papa São Pio V em De Defectibus, é a seguinte:

“ISTO É O MEU CORPO. ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO: MISTÉRIO DE FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”

Note uma vez mais: estamos à procura daquela parte da forma que significa que a pessoa que recebe dignamente este sacramento une-se ou une-se mais fortemente com Jesus Cristo e o seu Corpo Místico.

As palavras “DO NOVO E ETERNO TESTAMENTO” significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Essas palavras não significam o Corpo Místico de Cristo, mas contrastam os sacrifícios temporais e prefigurados da Antiga Lei com o sacrifício eterno e propiciatório de Jesus Cristo.

As palavras “MISTÉRIO DE FÉ” significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Estas palavras significam a presença real de Cristo na Eucaristia, como ensina Inocêncio III; elas não significam o Corpo Místico de Cristo.

As palavras “QUE SERÁ DERRAMADO” significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo? Não. Essas palavras denotam o verdadeiro sacrifício.

As únicas palavras que restam na forma da consagração são: “POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS.”

A remissão dos pecados é necessária para a incorporação no Corpo Místico, e a remissão dos pecados é um componente indispensável da verdadeira justificação, pela qual uma pessoa se une frutiferamente a Jesus Cristo. As palavras “por vós e por muitos” denotam os membros do Corpo Místico que receberam tal remissão.

As palavras “POR VÓS E POR MUITOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS” são as palavras na forma da consagração que significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo, que é a graça própria do sacramento da Eucaristia.

Agora, se analisarmos a forma de consagração da Novus Ordo, encontraremos o que significa o Corpo Místico/a união dos fiéis com Cristo (a graça própria do sacramento da Eucaristia)? Esta é a forma da consagração na Nova Missa ou Novus Ordo:

A forma da Nova Missa: “Isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.”

Está a união do Corpo Místico de Jesus Cristo significada pelas palavras “por vós e por todos para remissão dos pecados”? Não. São todos os homens parte do Corpo Místico? Não. São todos os homens parte dos fiéis unidos com Cristo? Não. Podemos ver claramente que a Nova Missa ou Novus Ordo certamente não significa a união do Corpo Místico (a graça própria do sacramento da Eucaristia) e, logo, não é um sacramento válido!

Não é necessário dizer mais nada… a Nova Missa não é válida!

Papa Leão XIII, Apostolicae Curae, 13 de Setembro de 1896: “E todos sabem que os sacramentos da Nova Lei, sendo sinais sensíveis e eficazes de graça invisível, devem tanto significar a graça que produzem, e produzir a graça que significam.”

Papa Leão XIII, Apostolicae Curae, 1896: “A forma não pode ser considerada apta ou suficiente para o sacramento se omite o que deve significar na sua essência.

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, Exultate Deo, 1438: “... isto é apropriado para significar o efeito deste sacramento, que é a união do povo cristão com Cristo.”

Para que se prove mais veementemente este ponto, há que se notar que em todas as fórmulas de consagração nos ritos litúrgicos da Igreja Católica, seja a liturgia arménia, a liturgia copta, a liturgia etíope, a liturgia síria, a liturgia caldaica, etc., a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico está significada na forma da consagração. Nenhuma das liturgias alguma vez aprovadas pela Igreja falha em significar a união dos fiéis com Cristo.

Estas são as partes das formas de consagração do vinho usadas pelos ritos orientais que significam o que a Missa tradicional faz e o que a Nova Missa não faz: a união e os membros da Igreja.

A LITURGIA ARMÉNIA: “… por vós e por muitos será derramado na expiação e perdão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados pelas palavras “por vós e por muitos... na expiação e perdão dos pecados.”

A LITURGIA BIZANTINA: “… porque por vós e por muitos será derramado em remissão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.

A LITURGIA CALDAICA: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.

A LITURGIA COPTA: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.

A LITURGIA ETÍOPE: “… derramado por vós e por muitos em remissão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.

A LITURGIA DE MALABAR: “… derramado por vós e por muitos para a remissão dos pecados.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados.

A LITURGIA MARONITA: (esta forma é idêntica à que foi sempre utilizada no Rito Romano).

A LITURGIA SÍRIA: “Isto é o Meu Sangue, da Nova Aliança, que será derramado e oferecido para o perdão dos pecados e a vida eterna de vós e de muitos.”

Note que a união e os membros do Corpo Místico são significados pelas palavras “para o perdão dos pecados e a vida eterna de vós e de muitos.”

Como podemos ver, a fórmula de consagração em todas as liturgias católicas significam a união dos fiéis com Cristo/o Corpo Místico de Cristo. A Nova Missa, que diz “por vós e por todos para remissão dos pecados,” não significa o Corpo Místico, visto que nem todos pertencem ao Corpo Místico. Portanto, a Nova Missa não significa a graça que a Eucaristia produz. Ela não é válida.

Portanto, um católico não pode atender à Nova “Missa” sob pena de pecado mortal. Aqueles que persistem em fazê-lo cometem idolatria (adoração de um pedaço de pão). Jesus Cristo não está ali presente. A hóstia da Novus Ordo não é mais que um pedaço de pão; não é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor. A Igreja sempre ensinou que receber um sacramento duvidoso (que utilize matéria ou forma duvidosa) é pecado mortal. De fato, o Papa Inocêncio XI, no Decreto do Santo Oficio de 4 de Março de 1679, condena a ideia de que os católicos podem receber sacramentos “prováveis.” E a Nova Missa não é meramente duvidosa, é claramente inválida, pois não significa a graça que supostamente deveria produzir. A Nova Missa é, na verdade, pior que um ofício protestante: é uma abominação, que falsifica as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e a Fé Católica.

__________

Por Ir. Miguel Dimond, O.S.B., e Ir. Pedro Dimond, O.S.B.

 

A maioria dos “sacerdotes” que celebram a Nova Missa não são validamente ordenados.

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Palavras de Nossa Senhora à Irmã Maria Pierina, 1938

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