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CATÓLICOS PODEM PARTICIPAR DE CASAMENTOS
EM IGREJAS PÓS VATICANO II?

« O próprio João, o Apóstolo da Caridade,

vetou inteiramente até mesmo manter relações com os que professavam de forma não íntegra e corrupta a doutrina de Cristo. »

Papa Pio XI

QUEM MANTÉM COMUNHÃO COM HEREGES É UM HEREGE

Esta é uma questão muito importante. Espero que as pessoas leiam o que está sendo dito aqui. Este é um daqueles temas difíceis que geralmente surgem onde pessoas vão mostrar a Jesus Cristo se eles estão com Ele ou se preferem o mundo. É uma das muitas decisões que as pessoas tomam na vida em que vão mostrar a Deus se realmente estão convictas n’Ele e querem seguir o caminho estreito que leva à vida, ou se escolhem andar pelo caminho espaçoso que leva à perdição. É uma daquelas decisões que mostram se a verdadeira fé católica é uma realidade que é vivida ou se é simplesmente uma roupa que se veste em certos dias e quando se é conveniente.

 

“Para eles [Jacinta, Francisco e Lucia] o cristianismo não era um vestido que usavam aos domingos. Ela era o ar que eles respiravam, ela era uma parte - e a mais importante - da realidade”. (William Thomas Walsh, Nossa Senhora de Fátima , página 31.)

 

Não, um católico absolutamente não deve participar nem mesmo apenas na recepção de casamento de um “amigo” Novus ordo (que aceita e participa a Nova Missa Inválida) ou de uma pessoa que sustente qualquer heresia, que negue a verdade de nosso Senhor Jesus Cristo , seja ou não um protestante ou alguém que afirma ser “católico” ou “católico tradicional”. 

 

Um católico só pode participar de casamento ou festa de casamento de verdadeiros católicos tradicionais que aceitam todos os ensinamentos da Igreja e que não se comprometem com a heresia, nem a apoiem ou a aceitem.

 

 

 

A razão para isso é simples: as pessoas estão se casando como protestantes, na Novus Ordo (Nova Missa Inválida), ou "tradicionalistas" que detêm ou apoiam alguma heresia, eles se casam em um estado que é desagradável a Deus - porque eles estão rejeitando a fé católica de uma forma ou de outra. Se você celebrar o casamento com eles participando da recepção, estará honrando-os nesta celebração que é algo que não agrada a Deus. Você estará dizendo com esta atitude que aprova as heresias deles e que podem ser salvos apesar disso. Isso é um escândalo para a fé, pois sabemos que sem professar a fé católica integral e inviolavelmente não poderemos ser salvos e que uma única heresia nos coloca fora da Igreja, logo, separados de Deus, e é por isso que um católico não pode nem mesmo comparecer à recepção do casamento.

 

Esta questão implica a lei divina:

 

Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios – capítulo 6, versículos 14 a 18:

 

 

"Não vos prendais ao mesmo jugo com os infiéis. Que união pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunidade entre a luz e as trevas? Que compatibilidade pode haver entre Cristo e Belial? Ou que acordo entre o fiel e o infiel? Como conciliar o Templo de Deus e os ídolos? Porque somos o templo de Deus vivo, como o próprio Deus disse: Eu habitarei e andarei entre eles, e serei o seu Deus e eles serão o Meu povo (Lv 26,11s). Portanto, saí do meio deles e separai-vos, diz o Senhor. Não toqueis no que é impuro, e vos receberei. Serei para vós um Pai e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso (Is 52,11; Jr 31,9)."

 

 

 

Papa Pio XI, Mortalium animos, #9, 6 de Janeiro de 1928: “Ninguém ignora por certo que o próprio João, o Apóstolo da Caridade, que em seu Evangelho parece ter manifestado os segredos do Coração Sacratíssimo de Jesus e que permanentemente costumava inculcar à memória dos seus o mandamento novo: “Amai-vos uns aos outros”, vetou inteiramente até mesmo manter relações com os que professavam de forma não íntegra e corrupta a doutrina de Cristo: ‘Se alguém vem a vós e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem digais a ele uma saudação’ (2 João 10).”

 

Isso certamente nos diz que os católicos não podem ter amizades / influências mútuas com hereges ou infiéis que lhes deem a impressão de que os aceita como bons olhos ou que respeita sua falsa religião. Assistir à recepção do casamento de pessoas celebrando matrimônio que são hereges ou em uma falsa Missa, etc., certamente lhes dará a impressão de que você as aceita como boas pessoas. Mas a fé católica nos obriga a afirmar que o estado em que eles se encontram atualmente é algo de que Deus não aprova (mesmo se o casamento for válido).

 

Sem dúvida, muitas pessoas terão dificuldades com isso, porque acharão muito difícil. É por isso que muitos vão para o Inferno.

 

 

Mateus 7,13: Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e muitos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e poucos são os que o encontram."

 

San Anselmo: " Se você quiser ter a certeza de estar no número dos eleitos, se esforce para ser um dos poucos, não a maioria. E se você quer ter certeza da sua salvação, se esforce para estar entre a minoria dos poucos (...) Não siga

 

a grande maioria da humanidade, siga os que entram pela porta estreita, que renunciam ao mundo, que se entregam à oração, e que nunca relaxam os seus esforços, nem de dia nem de noite, para poder alcançar a bem aventurança eterna."

 

João 6: 60, 66-67: "Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? (...) "Desde então, muitos dos Seus discípulos se retiraram e já não andavam com Ele. Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos?"

 

A maioria das pessoas achará muito difícil telefonar para o amigo e dizer-lhe que, na caridade, ele não pode comparecer ao casamento, mesmo na recepção, desde que seja protestante ou aceite o novus ordo, ou que não faça isso. Os católicos podem salvar ou apoiar a FSSPX ou aceitar a religião do Vaticano II ou aceitar o Planejamento Familiar Natural ou os antipapas do Vaticano II, etc. E com aquilo com o qual as pessoas têm essa convicção de defender a Cristo, é por isso que vemos que muito poucos alcançam o céu.

 

Muitos por acreditarem que este posicionamento pode prejudicar seus relacionamentos com as pessoas, tentam encontrar um meio de amenizar a situação cedendo em algum ponto.

 

Esta é exatamente a decisão que as pessoas devem tomar quando surgem questões como estas: a quem devemos agradar, as pessoas ou a Jesus Cristo?

 

Mateus 10, 33: “Aquele, porém, que Me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante de Meu Pai que está nos Céus.”

 

 

A grande questão é que, a partir do momento que tomamos conhecimento da Verdade e procuramos agir corretamente perante isso, é nossa obrigação demonstrar nossa Fé católica, revelar a verdade acerca da Grande Apostasia que está no mundo e exortá-las à conversão para a salvação de suas almas. Se cumpriu seu dever católico de as advertir, elas entenderão seu posicionamento de não participar das festas e celebrações de seus casamentos, etc.

 

Mas se alguém falhar em seu dever católico de advertir seu amigo caridosamente sobre o Novus Ordo, Protestantismo, grupos heréticos tradicionais, etc., então seus conhecidos não entenderão por que você não vai em suas celebrações. 

 

Então, esta questão é um problema apenas para aqueles que negam a Cristo por não terem admoestado caridosamente seus amigos ao falhar em tentar convertê-los à verdadeira fé católica. Isso deve nos mostrar mais uma vez que recusar-se em ir a tais eventos está intimamente ligado à profissão verdadeira da Fé.

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