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Credo Atanasiano

“O Credo Atanasiano, um dos símbolos da fé aprovados pela Igreja e adoptados na Sua liturgia, é uma curta e clara exposição das doutrinas da Trindade e da Encarnação, fazendo uma referência de passagem a vários outros dogmas. Ao contrário da maioria dos outros credos, ou símbolos, este lida quase exclusivamente com estas duas verdades fundamentais, que afirma e reitera sucinta e variadamente de forma a realçar de forma inequívoca a trindade das Pessoas em Deus, e a natureza dupla na única Pessoa Divina de Jesus Cristo. Em vários pontos, o autor chama a atenção para a condenação na qual incorrem aqueles que recusam-se a aceitar qualquer artigo nele estabelecido.” (The Catholic Encyclopedia, Special Edition, The Encyclopedia Press, Inc., Nova Iorque, 1913, pág. 33, “The Athanasian Creed”)

A seguir o Credo Atanasiano em latim e em português:

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Em Latim:

Quicumque vult salvus esse, ante omnia opus est, ut teneat catholicam fidem:

Quam nisi quisque integram inviolatamque servaverit, absque dubio in aeternum peribit.

Fides autem catholica haec est: ut unum Deum in Trinitate, et Trinitatem in unitate veneremur.

Neque confundentes personas, neque substantiam separantes.

Alia est enim persona Patris alia Filii, alia Spiritus Sancti:

Sed Patris, et Filii, et Spiritus Sancti una est divinitas, aequalis gloria, coaeterna maiestas.

Qualis Pater, talis Filius, talis Spiritus Sanctus.

Increatus Pater, increatus Filius, increatus Spiritus Sanctus.

Immensus Pater, immensus Filius, immensus Spiritus Sanctus.

Aeternus Pater, aeternus Filius, aeternus Spiritus Sanctus.

Et tamen non tres aeterni, sed unus aeternus.

Sicut non tres increati, nec tres immensi, sed unus increatus, et unus immensus.

Similiter omnipotens Pater, omnipotens Filius, omnipotens Spiritus Sanctus.

Et tamen non tres omnipotentes, sed unus omnipotens.

Ita Deus Pater, Deus Filius, Deus Spiritus Sanctus.

Et tamen non tres dii, sed unus est Deus.

Ita Dominus Pater, Dominus Filius, Dominus Spiritus Sanctus.

Et tamen non tres Domini, sed unus est Dominus.

Quia, sicut singillatim unamquamque personam Deum ac Dominum confiteri christiana veritate compellimur: ita tres Deos aut Dominos dicere catholica religione prohibemur.

Pater a nullo est factus: nec creatus, nec genitus.

Filius a Patre solo est: non factus, nec creatus, sed genitus.

Spiritus Sanctus a Patre et Filio: non factus, nec creatus, nec genitus, sed procedens.

Unus ergo Pater, non tres Patres: unus Filius, non tres Filii: unus Spiritus Sanctus, non tres Spiritus Sancti.

Et in hac Trinitate nihil prius aut posterius, nihil maius aut minus: sed totae tres personae coaeternae sibi sunt et coaequales.

Ita, ut per omnia, sicut iam supra dictum est, et unitas in Trinitate, et Trinitas in unitate veneranda sit.

Qui vult ergo salvus esse, ita de Trinitate sentiat.

Sed necessarium est ad aeternam salutem, ut incarnationem quoque Domini nostri Iesu Christi fideliter credat.

Est ergo fides recta ut credamus et confiteamur, quia Dominus noster Iesus Christus, Dei Filius, Deus [pariter] et homo est.

Deus [est] ex substantia Patris ante saecula genitus: et homo est ex substantia matris in saeculo natus.

Perfectus Deus, perfectus homo: ex anima rationali et humana carne subsistens.

Aequalis Patri secundum divinitatem: minor Patre secundum humanitatem.

Qui licet Deus sit et homo, non duo tamen, sed unus est Christus.

Unus autem non conversione divinitatis in carnem, sed assumptione humanitatis in Deum.

Unus omnino, non confusione substantiae, sed unitate personae.

Nam sicut anima rationalis et caro unus est homo: ita Deus et homo unus est Christus.

Qui passus est pro salute nostra: descendit ad inferos: tertia die resurrexit a mortuis.

Ascendit ad caelos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis: inde venturus est iudicare vivos et mortuos.

Ad cuius adventum omnes homines resurgere habent cum corporibus suis: et reddituri sunt de factis propriis rationem.

Et qui bona egerunt, ibunt in vitam aeternam: qui vero mala, in ignem aeternum.

Haec est fides catholica, quam nisi quisque fideliter firmiterque crediderit, salvus esse non poterit.

Amen.

Em Português:

Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica.


Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.


Ora, isto é a fé católica: nós cultuamos um só Deus na Trindade, e a Trindade na unidade.


Sem confundir as Pessoas nem dividir a substância.


Porque uma só é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo:


Mas uma é a divindade do Pai, do Filho, e do Espírito Santo; a Sua glória é igual; a Sua majestade co-eterna.


Tal como é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.


O Pai é não-criado, o Filho é não-criado, o Espírito Santo é não-criado.


O Pai é ilimitado, o Filho é ilimitado, o Espírito Santo é ilimitado.


O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo 
é eterno.


E contudo não são três eternos, mas um só eterno.


Assim como não são três não-criados, nem três ilimitados, mas um só não-criado e um só ilimitado.


Da mesma forma, o Pai é omnipotente, o Filho é omnipotente, o Espírito Santo é omnipotente.


E contudo não são três omnipotentes, 
mas um só omnipotente.


Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.


E contudo não são três Deuses, mas um só Deus.


Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.


E contudo não são três Senhores, mas um só Senhor.


Porque, assim como nos obriga a verdade cristã a confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que há três Deuses ou Senhores.


O Pai não foi feito, nem criado, nem gerado
 por alguém.


O Filho procede do Pai somente: não é feito,
 nem criado, mas gerado.
O Espírito Santo procede do Pai e do Filho: 
não é feito, nem criado, nem gerado.


Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais;
 um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.


E nesta Trindade, nada é primeiro ou último, nada maior ou menor, mas são as três pessoas coeternas e coiguais umas com as outras.


De forma que, como foi dito acima, em tudo deve ser cultuada tanto a Unidade na Trindade quanto a Trindade na Unidade.


Quem, pois, quiser salvar-se, deve pensar
 assim a respeito da Trindade.


Mas é necessário para a salvação eterna crer fielmente também na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Porque a fé imaculada é que creiamos e confessemos que Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus e homem.


É Deus, gerado na substância do Pai desde
 toda a eternidade; é homem porque nasceu,
 no tempo, da substância da Sua Mãe.


Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana.


Igual ao Pai segundo a divindade; menor
 que o Pai segundo a humanidade.


Embora seja Deus e homem, no entanto
 não são dois, mas um só Cristo.


É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque
 Deus assumiu a humanidade.


Um, não por confusão de substâncias,
 mas pela unidade da Pessoa.


Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo.


Que sofreu por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos.


Ascendeu aos Céus e está sentado à mão direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.


E quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus próprios atos.


E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna, e os maus para o fogo eterno.


Esta é a fé católica, e a não ser que cada um a professe fiel e firmemente, não poderá ser salvo. Amém.

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